Vídeos

COURO GEMEU EM TERRA

Link:  https://youtube.com/watch?v=30W2lN6pzqg&feature=share

Resumo: O web-documentário COURO GEMEU EM TERRA, com duração de 20 minutos materializa peculiaridades referentes ao Tambor no Maranhão. Se debruçando sobre três diferentes grupos, que obedecem à lógica das especificidades: o Tambor da comunidade quilombola Quebra, município de Anajatuba, é composto somente por homens que fazem a punga com as coxas e não com o umbigo/abdômen que é a forma comum em São Luís. O tambor de  Bacuri dos Pires, em Cantanhede, que  faz um rito fúnebre que ocorre no Dia de Finados, além de fazerem diferentes batuques. E o tambor Catarina Mina de São Luís, com discussões sobre ritmos, indumentárias e registros da festa de são Benedito.

SÃO LUÍS CULTURAL: Ilê orixá- minha vida no santo (Direção: Reinilda Oliveira, 2021) 

Link: https://youtube.com/watch?v=pYI5pVc13v0&feature=share

Resumo: O universo religioso afro-brasileiro produz-se com um complexa estética, cheio de nuances e vicissitudes, sutilezas, sabedorias tradicionais e segredos, e isso será materializado no mini documentário intitulado Ilê Orixá: minha vida no santo, com duração de 10 minutos, que irá reconstituir a história do jovem pai de santo Gustavo Costa, do Terreiro de Tambor de Mina Rei Dom Sebastião, localizada no Bairro Coheb-Sacavém. O documentário foi construído a partir de fotos, áudios, entrevistas e vídeos realizados no terreiro. A ideia desse projeto é contar melhor a história desse pai de santo que antes mesmo de nascer ja pertencia ao “santo”.

 

Atlântico Negro na rota dos Orixás

Link: https://www.youtube.com/watch?v=8pgkhKUa7Jg

Resumo: Produzido para o CEM 02 pela professora Valéria, do Coletivo Ubuntu. O documentário Atlântico Negro na rota dos Orixás é um filme que retrata a importância do continente Africano na construção da sociedade brasileira. Esta estruturação cultural mostra a semelhança existente entre estes povos, dentre estes laços: a religiosidade, a musicalidade, a fala, hábitos alimentares, a estrutura familiar e as manifestações culturais. Durante as cenas do filme são desconstruídas visões etnocêntricas e de censo comum sobre o continente Africano. A ideia de um território que vive em constante estado de guerras étnicas e civis, de fome e total miséria é desmistificado para mostrar o lado cultural da África que deu origem ao candomblé, o Xangô e ao Tangô, religiões presentes no território brasileiro. Essa representação cinematográfica nos dimensiona a entender o início da mercantilizarão africana e de como a escravidão se tornou uma mera desculpa para a propagação das guerras civis, iniciando assim um intercâmbio biológico, econômico e cultural entre Brasil e África. Nota-se que, ter um outro olhar da África, nos ajuda a compreender a nossa própria história, tanto nos hábitos sociais, quanto nos costumes oriundos desta terra quase que desconhecida.

 


		

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